Brenda, Sara, Kiwi, Maira e Carol :D
- Thaís Lemfers, kiwi
- Blumenau, Santa e Bela Catarina, Brazil
- as vezes, paro e pergunto na frente do espelho: "quem sou eu?" .. bom, até hoje nunca descobri! hihihihi :*
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
ARTIGO SOBRE OS DENTES *-*
Materiais Pesquisam
Impressa de versão ISSN 1516-1439
ARTIGO REGULAR
Letícia Caliento Seixas; Fábio Heredia Seixas; Juliane Cristina Ciccone; Wanessa o Christine Santos Souza; Regina Guenka Palma-Dibb *
De Faculdade de Odontologia Ribeirão Preto Departamento Odontologia Restauradora Av. faça s/n de Café, Monte Alegre, 14040-904 Ribeirão Preto - SP, Brasil,
A pontaria deste estudo era avaliar em vitro o demineralização em dente e restauração conecte de oito materiais restaurativos depois de ciclismo de demineralização remineralização .Oitenta classe cavidades de V estavam preparadas com margens a esmalte dentina cemento, e foi restabelecido com Fuji II LC, Fuji IX, Ketac-fil, Molar de Ketac, pHc de Ariston, Compoglass, Mineral de Degufill e Z100. Depois dos procedimentos restaurativos, as restaurações foram submetidas à demineralização ciclismo de remineralização durante 14 dias. Foram embutidos espécimes em resina acrílica e submeteram a secciona mento consecutivo. As seções foram examinadas através de microscópio óptico, e demineralização ao redor de restauração estava medido em cervical e margens de oclusal. Os dados que usaram o ANOVA e Tukey foram analisados teste (p <0.05). style="mso-spacerun:yes">
1. Introdução
O Copo Cimento de Ionomer (GIC) foi desenvolvido e apresentou inicialmente pelo Wilson e Kent em 1971 e introduziu no mercado mundial nos recentes 70's9.
Nas amostras restabelecidas com Z100, foram cauterizadas esmalte e superfícies de dentin com 37% phosphoric gel ácido (etchant de gel, Corporação de Kerr, Laranja, CA 92667) para 15 s, enxaguou para 10 s e suavemente secou com papel absorvente remover excesso de água e manter superfície de dente úmido. Depois, duas camadas de Único Laço eram aplicadas com uma escova em cima de esmalte e dentina, suavemente secou para 5 s e luz-curado para 10 s. A resina composta foi inserida com instrumentos apropriados de acordo com a técnica com incremento, e cada incremento, aproximadamente
A solução de demineralização (pH = 4.3) consistiu em 2.0 mmol/l de Ca, 2.0 mmol/l de fosfato em solução mais amarela de acetato 0.075mol/l, e a solução de remineralization (pH = 7.0) consistiu em 1.5 mmol/l de Ca, 0.9 mmol/l de fosfato, 150 mmol/l de cloreto de potássio.
Os dentes foram submetidos a 14 ciclos de demineralização e remineralização. Cada ciclo consistiu a imersão do dente de hemi em 5 ml de solução de demineralização para 6 h, lavando com 5 ml de água de deionizada e imersão em 5 ml de solução de remineralização para 18 h. Os espécimes eram ciclada durante 14 dias.
Diferença significante (p <0.05) restauração conecte em aproximadamente 40% das amostras.
dente / restauração interface material.
Demineralização foi observado em todos os espécimes, e todos os materiais permitiram, até certo ponto, perda mineral e estrutural, principalmente às margens de cemento / dentina. Mesmo assim, nas superfícies cimentam geralmente ionomers de copo circunvizinho restaurações aconteceram mais baixo grau de demineralização e perda estrutural menor a esmalte e margens de dentina / cemento que Degufill Mineral e Z100 resinas compostas. Mais cedo investigations5, 20 descobriram aquele GIC tem um cariostático mais alto e potencial de inibição de demineralização que resina composta.
Avaliações de laboratório dos materiais testados mostraram aquele Ketac-fil provê liberação de fluoreto mais alta que Molar de Ketac e Compoglass24. No estudo presente, foi notado demineralização mais alto a margem de cemento / dentina com estes dois materiais que com Ketac-fil. Então, a fluoreto liberação quantia variação entre os materiais testados parece ser uma variável importante na inibição de demineralização.
Foi observado que o RMGIC (Fuji II LC) apresentou resultados semelhantes o GIC convencional (Ketac-fil), mesmo assim proveu efeito de inibição facilmente maior que os outros cimentos de ionomeric testados. Estas observações são apoiadas através de study16 prévio.
Debaixo das condições deste estudo, os cimentos de ionomer de copo permitiram para esmalte menor e para dentina/cemento perda estrutural, enquanto se manifestando para ser indicado bem para risco alto a situações de cáries. Porém, é exigido pesquisas adicionais, avaliações principalmente clínicas, avaliar a efetividade destes materiais.
Baseado nos resultados do estudo administrado, e dentro das limitações de um em vitro estude, pode ser concluído que:
Ketac-fil e Fuji II LC cimentos de ionomer de copo providos menos demineralização a dente /restauração conectam em um ambiente ácido, enquanto sugerindo que estes materiais são indicados bem para risco alto a situações de cáries.
Os autores reconhecem apoio financeiro provido por FAPESP (concessão 99/09337-9).
Recebido: 14 de março de 2003; Revisado: 29 de setembro de 2003
ATUALIDADE SOBRE TATUAGEM :D
Feitas com tintas brancas que são mais grossas que as tintas comuns, elas são de difícil pigmentação e cicatrização, por isso não são indicadas para cobrir grandes áreas.
Em determinados tipos de pele, a tinta branca nem sequer pega direito e se for exposta ao sol a tendência é ocorrer um intenso desbotamento o que fará com que a tatuagem se torne menos visível. Em pessoas de pele negra, a tinta branca pode causar uma certa alergia ou rejeição, causando intensa coceira. Em muitos casos a tatuagem branca se parece muito com uma cicatriz.
A tinta branca normalmente é feita de dióxido de titânio, chumbo (carbonato de chumbo), óxido de zinco ou sulfato de bário. Alguns pigmentos brancos são derivados de rutilo.
Uma dica para os tatuadores é sempre limpar a agulha antes de molhá-la novamente na tinta, evitando-se assim uma possível contaminação da cor da tinta com o sangue.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
CURIOSIDADES!
- Mede ao total, cerca de 2 metros quadrados.
- Pesa perto de 3 quilos.
- As impressões digitais se formam antes do nascimento da criança, perto de seis a oito semanas antes.
- Ao longo da pele estão distribuídas 2 milhões de glândulas sudoríparas, responsáveis pela irrigação e desintoxicação da pele, por meio do suor.
- A maior concentração de glândulas está na palma das mãos: 370 por centímetro quadrado.
- Nos dias frios, o fluxo sangüíneo na pele é de apenas 0,5 litro por minuto.
- Quando está quente, o fluxo sobe para 3 litros por minuto, para refrescar.
- A pele negra absorve menos sol, e assim as pessoas possuem menos probabilidade em obter câncer de pele.
Cabelos e pêlos
- O corpo humano possui cerca de 5 milhões de pêlos, 150 mil deles na forma de cabelos.
- Eles são renovados a cada quatro anos, em média.
- Os cabelos de fios finos crescem cerca de 2,5 centímetros a cada dois ou três meses. Os grossos podem levar o dobro do tempo.
- Cada olho possui mais de 200 cílios, que duram de três a cinco meses. Depois disso, caem.
Unhas
- Elas crescem continuamente, em ritmos diferentes.
- As unhas das mãos aumentam de tamanho cerca de duas vezes mais rápido do que as dos pés: 4 centímetros por ano.
- Seu crescimento é mais veloz em adultos, entre os 20 e 40 anos de idade.
- Nas crianças, uma unha arrancada regenera-se em onze semanas. Os adultos não têm essa capacidade.
Referências:
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Artigo sobre a pele

Estudo da variação do pH da pele humana exposta à formulação cosmética acrescida ou não das vitaminas A, E ou de ceramida, por metodologia não invasiva.
VOLUME 77 - Nº 5: Investigação clínica, epidemiológica, laboratorial e terapêutica
GISLAINE RICCI LEONARDI Farmacêutica, Mestre e Doutora pela FCFRP-USP, Professora do Curso de Farmácia e Coordenadora do Curso de Especialização em Cosmetologia e Manipulação Magistral da Universidade Metodista de Piracicaba – UNIMEP
LORENA RIGO GASPAR
Farmacêutica pela FCFRP-USP, e Doutoranda pela FCFRP-USP
PATRÍCIA M. B. G. MAIA CAMPOS Farmacêutica pela FCFRP-USP, Mestre e Doutora pela FCF-USP e Professora de Cosmetologia da FCFRP-USP
RESUMO
*Fundamentos:* Os cosméticos hidratantes melhoram a pele, aproximando-a de suas condições ideais, pois aumentam a quantidade de água no estrato córneo. As vitaminas A e E, bem como as ceramidas, são substâncias ativas que vêm sendo muito empregadas em hidratantes, os quais constituem uma das mais importantes classes de produtos cosméticos e de higiene corporal.
*Objetivo:* O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito no pH cutâneo da pele humana de uma emulsão O/A (constituída de base auto-emulsionante não iônica) acrescida, ou não, de vitamina A palmitato ou vitamina E acetato ou ceramida III, por metodologia não invasiva
*Métodos:* O estudo foi realizado em 40 mulheres com idade entre 30 e 45 anos, empregando-se o equipamento Skin Phmeter PH 900 PC. As medidas foram efetuadas no antebraço das voluntárias nos tempos de sete e 30 dias após auto-aplicação diária (duas vezes ao dia), dos produtos envolvidos no estudo
*Resultados e Conclusão:* A presença das vitaminas A ou E, ou da ceramida não alterou de maneira significativa o pH da pele, o que mostra que as formulações estudadas são adequadas para o uso cosmético.
INTRODUÇÃO
Os hidratantes constituem uma das mais importantes classes de produtos cosméticos e de higiene corporal uma vez que apresentam ampla utilização tanto para ação preventiva (na prevenção da xerodermia e no retardamento do envelhecimento precoce) como também por sua utilidade como coadjuv
ante da terapêutica dermatológica numa ampla variedade de disfunções cutâneas.1
Em meio aos diversos recursos usados para hidratar a pele, a adição de substâncias ativas em formulações cosméticas tem sido um fato bastante freqüente.
O emprego de ceramidas em produtos cosméticos vem crescendo, nos últimos tempos, pois as ceramidas endógenas, que fazem parte do manto lipídico da pele, atuam retendo água no estrato córneo e, portanto, ajudam na manutenção da hidratação da pele.2-7
Entre outras substâncias ativas muito usadas, hoje, nos cuidados da pele, estão as vitaminas A e E.8-12 A vitamina E tem-se destacado em formulações antienvelhecimento, pois, além de sua propriedade umectante, é, também, um potente neutralizador de radicais livres.13 A vitamina A tem sido igualmente relatada como substância ativa com finalidade antienvelhecimento.14-15
A comprovação da eficácia das substâncias ativas usadas nos produtos cosméticos, bem como os efeitos ocasionados pelas formulações na pele humana têm sido objetos de estudo da comunidade científica, pois resultam no desenvolvimento técnico e científico da área cosmética, a qual vem evoluindo cada vez mais e ganhando espaço nesta época de valorização da qualidade de vida.
A pesquisa em cosmetologia tem-se ampliado cada vez mais, devido à contribuição e parceria de várias áreas das ciências básicas e aplicadas, entre elas a farmacologia, dermatologia, histologia, anatomia, fisiologia, microbiologia, química e física.16
Durante as últimas décadas, ocorreu uma explosão de informações e avanços científicos relacionados à pesquisa cutânea, que tem beneficiado tanto os médicos dermatologistas como os profissionais que trabalham com o desenvolvimento de produtos cosméticos.17-18
Antes do emprego das metodologias não invasivas, a dermatologia e as áreas afins baseavam-se, na maioria das vezes, apenas na observação clínica, o que, devido a sua subjetividade, pode ser considerado método pouco preciso. Com os avanços tecnológicos, porém, surgiram as metodologias não invasivas, cientificamente comprovadas e não traumáticas, não envolvendo qualquer agressão ou desconforto aos pacientes ou aos voluntários que participam dos estudos. A aplicação dessas metodologias tem revolucionado a área cosmética, pois os profissionais que nela atuam têm conseguido avaliar de maneira quantitativa ou, melhor, comprovar cientificamente os efeitos dos produtos cosméticos.18
Nas últimas duas décadas, equipamentos de ampla aplicação (para cosmetologia, medicina estética e dermatologia) têm sido apresentados, dando, assim, origem a novas metodologias não invasivas de estudo cutâneo.19-33

Desses equipamentos é exemplo, o Phmeter", que avalia o pH superficial da pele.
A determinação do pH da superfície cutânea tem motivado vários pesquisadores. O pH, isto é, a concentração hidrogeniônica da superfície cutânea é visto por alguns autores como um importante indicador funcional da pele, devendo-se à produção de ácido láctico e conferindo à superfície cutânea aquilo que se convencionou designar por "manto ácido cutâneo".34
Assim sendo, a pele apresenta pH levemente ácido (4,6 - 5,8), que contribui para que ocorra proteção bactericida e fungicida em sua superfície. Além disso, as secreções cutâneas apresentam apreciável capacidade tamponante, importante propriedade, uma vez que o pH da pele é freqüentemente alterado em conseqüência da utilização de produtos tópicos inadequados, expondo a pele a uma série de agentes agressores, em especial microorganismos.35-37
A determinação e o controle do pH cutâneo, sob o ponto de vista cosmético e/ou dermatológico, são de extrema utilidade, uma vez que o contato com substâncias agressivas, como detergentes, costuma ser freqüente, ou até mesmo para evitar a utilização de produtos tópicos inadequados.35
Quanto às técnicas desenvolvidas para abordagem dessa variável têm-se destacado as medidas potenciométricas feitas com vários tipos de elétrodos: hidrogênio, quinidrona, antimônio.18 No Phmeter", a análise do pH da superfície cutânea é feita por potenciometria direta, isto é, por meio de um eletrodo especial.36
A potenciometria direta tem sido o método mais empregado para medição dessa variável, a qual permite sensibilidade de determinação da ordem de 0,1 unidade de pH.37
Sendo assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito no pH cutâneo da pele humana de uma emulsão O/A acrescida, ou não, de vitamina A palmitato ou vitamina E acetato ou ceramida III, por metodologia não invasiva.
PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL
Formulação estudada
Para este estudo foi utilizada uma emulsão O/A constituída de 17% de cera auto-emulsionante não iônica, 3% de esqualeno, 0,5% de imidazolidinil uréia,0,2% de metilparabeno, 0,1% de propilparabeno, 10% de glicerina, 0,3% de glutation, 0,04% de DL alfa tocoferol e água destilada. Essa formulação (considerada veículo) foi acrescida ou não de vitamina A palmitato (5.000UI/g) ou vitamina E acetato (20mg/g) ou ceramida III (1mg/g).
Avaliação do pH cutâneo
O estudo, iniciado após aprovação do protocolo de estudo do Comitê de Ética em Pesquisa do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP), foi realizado em 40 mulheres com idade entre 30 e 45 anos e tipo da pele II, III ou IV, após seu consentimento.
As voluntárias que dele participaram não faziam uso de nenhum medicamento e não apresentavam discromias no local do estudo. Tomaram conhecimento do Termo de Consentimento Pós-Informação, declarando que estavam plenamente de acordo em participar da pesquisa e cientes dos procedimentos, riscos e benefícios, entre outros elementos envolvidos.
O estudo foi realizado utilizando-se equipamento Skin pHmeter PH 900 PC, o qual mede o pH cutâneo. As medidas foram efetuadas no antebraço das voluntárias, nos tempos de sete e 30 dias após auto-aplicação diária (duas vezes ao dia) dos produtos em questão. A área de aplicação foi adequadamente limpa com água destilada e algodão e, em seguida, seca com papel toalha, 30 minutos antes da leitura.
Para a determinação do pH do estrato córneo foram efetuadas três medidas no local de estudo, sendo os resultados apresentados como valores médios dessas medições seqüenciais.
O antebraço esquerdo das voluntárias recebeu tratamento com as formulações envolvidas. Foram utilizados cinco grupos de oito mulheres cada, o que representou o envolvimento de 40 voluntárias. O primeiro grupo usou formulação sem nenhuma substância ativa, ou seja, o veículo selecionado para avaliação. Os demais usaram esse veículo acrescido de substâncias diversas: o segundo grupo, de 0,5% de vitamina A palmitato; o terceiro, de 2% de vitamina E acetato; o quarto, de 0,1% de ceramida III, e o último grupo nada usou na pele (controle).
ma quantidade da amostra fixa foi aplicada sobre a pele do antebraço da voluntária, sendo distribuída em movimentos circulares durante 15 segundos.
Todo o ensaio decorreu em ambiente com controle de temperatura (entre 20 e 22ºC) e de umidade relativa do ar (50 a 60%).
ESTUDO ESTATÍSTICO
O estudo foi realizado utilizando-se um software estatístico (programa GMC) elaborado por Maia Campos.39
Os resultados foram analisados estatisticamente mediante análise de variância.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Os resultados do pH cutâneo para as diferentes formulações envolvidas no estudo encontram-se na tabela 1.
Os resultados dos testes preliminares indicaram que a amostra era razoavelmente homogênea, e a distribuição de freqüências bem próxima da distribuição de freqüências da normal matemática, o que autorizava o emprego da estatística paramétrica na análise dos dados.
O teste paramétrico mais adequado ao modelo matemático desse experimento foi a análise de variância, e, pelo fato de se tratar de um modelo misto, em que se associavam ao mesmo tempo um fator de variação independente e um vinculado, usou-se o tipo de análise de variância por bloco partido.
Os resultados do teste de análise de variância estão demostrados na tabela 2.
Observando-se a tabela 2 verifica-se que a análise de variância demonstrou não existir diferença estatística no pH cutâneo em relação aos tempos estudados neste trabalho. Pode-se concluir, portanto, que o fator tempo não influenciou o pH da pele humana. A análise estatística demonstrou também não existir diferença estatística no pH da pele, quanto ao fato de a formulação (veículo) ser ou não acrescida das substâncias ativas envolvidas no estudo.
CONCLUSÕES
Pelos resultados obtidos no experimento pode-se verificar que para nenhum dos fatores (tempo, substância ativa, presença ou não da substância ativa no veículo) existiu diferença estatística, ou seja, a presença ou ausência das diversas substâncias ativas estudadas (vitamina A palmitato, vitamina E acetato, ceramida III) no veículo cosmético, nos tempos analisados, não alterou de maneira significativa o pH da pele, o que mostra que as formulações estudadas são adequadas para o uso cosmético.
AGRADECIMENTOS
Agradecemos à Profa Dra Ana Maria Ferreira Roselino, médica dermatologista da FMRP-USP, pelas valiosas sugestões.
Referências
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Recebido em 31.08.2001.
Aprovado pelo Conselho Consultivo e aceito para publicação em 16.04.2002.
Trabalho realizado na Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.
An bras Dermatol, Rio de Janeiro, 77(5):563-569, set./out. 2002.
